UM LUGAR DE SI

Projeto autoral de fotografia, direção criativa e curadoria por Beatriz Brito.

UM LUGAR DE SI

Direção criativa, curadoria, narrativa, redação e fotografia por Beatriz Brito.

Projeto autoral de fotografia, direção criativa e curadoria por Beatriz Brito.

Um Lugar de Si é um projeto autoral de fotografia, criado a partir da investigação sobre o que significa ocupar-se — de si e dos espaços que habitamos no mundo.

Em sua primeira edição, o projeto se materializou como uma exposição fotográfica que reúne imagens de mulheres em diferentes momentos e formas de ocupar seus próprios espaços.

A partir da exposição, o projeto se desdobrou em encontros e conversas sobre presença, pertencimento, escolhas, coragem e as muitas formas de existir.

A primeira edição aconteceu em Copenhague, em junho de 2025, como parte do Esferas — evento idealizado e liderado por Amanda Paris —, com apoio e recepção da Boston Consulting Group (BCG). Em agosto, o projeto seguiu para Belo Horizonte, na Casa Simetria. Em outubro, chegou a São Paulo, cidade onde Beatriz vive há quatro anos e onde também construiu e ocupou o seu próprio lugar de si. A partir desses encontros, o projeto vem ganhando novas vozes, perspectivas e perguntas. Para acessar gratuitamente o livreto que reúne parte desse percurso, toque no botão abaixo.

POR ONDE  PASSOU

COPENHAGUE.
belo horizonte.
SÃO PAULO.

O projeto nasceu em movimento e cada encontro acrescentou uma nova perspectiva à pergunta que o originou: o que significa ocupar o próprio espaço?

“
Ocupar
o meu
próprio
espaço é
me ocupar
de mim.

“

Ariella Dashefsky

“Coragem de
estar inteira.”

Raiza Souto

“Me sinto eu mesma quando o que eu defendo tá em consonância com o modo como vivo.”

Sávia Barreto

“Não preciso ser coerente, posso ser mais visceral.”

Kelly Campos

“Não é preciso
gritar pra existir.”

Belle Diocleciano

“Escolher não seguir o caminho esperado.”

“Escolher
não seguir o caminho esperado.”

Hellen Telles

O que o projeto provocou

O QUE O PROJETO PROVOCOU

BRITO

BEATRIZ

Assumir-me artista nem sempre foi um rumo óbvio. Contudo, se fazer arte significa colocar-se naquilo que faz, como meio de expressão, de si ou de uma mensagem, com a possibilidade de ser veículo para difundir ideias, sentimentos e um ponto de vista… então é isso que eu sou. O somatório de tudo o que vi, das pessoas que cruzei, das histórias que vivenciei, dos lugares que morei, permaneci e me retirei, e das decisões corajosas que já tomei, na busca de ocupar-me, cada vez mais, de mim mesma.

Se você quiser conhecer mais sobre os bastidores deste projeto, e ler o diálogo que aconteceu no dia da abertura, você pode acessar neste link.

Atualmente, esse mesmo olhar se desdobra em trabalhos de branding, fotografia, direção criativa, narrativas visuais e projetos concebidos para pessoas, marcas, lugares e iniciativas.

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